Como é bom brincar
Evandro Brandão Barbosa Escrito em 14/12/2008. Está aí um tema instigante para pesquisa: como é (bom) brincar. Não há idade limite ou qualquer outra restrição quando o verbo é brincar. Há brincadeiras tão diferentes quanto a variedade de aparências físicas das pessoas. Pular corda, abecedário, jogar pinhão, fura pé, polícia e ladrão, médico, boneca, esconde-esconde, quebra-pote, pau-de-sebo, cabra-cega, xadrez, baralho, damas, pular carniça, jogar gudes, meu-e-seu, prende-e-solta, picula, guerreou, triscou-pegou, queimada, baleou, peteca, pula-macaco, o-que-é-o-que-é, roda, chicote queimado, jogo da velha, par-ou-ímpar e por aí vão muitas outras brincadeiras. Muitas amizades verdadeiras são iniciadas e construídas durante as brincadeiras. Imagino a viagem dos seus pensamentos, ao relembrar os tempos que brincar era a sua única atividade além de estudar. Por outro lado, no seu imaginário também há tantas outras brincadeiras não citadas neste texto; brincadeiras que lembram tantas...